segunda-feira, 5 de março de 2012

[Leia] Após circular no Sertão, exposição 'Lua Gonzaga' volta ao Recife


Luiz Gonzaga (Foto: Reprodução/Acervo Memorial Luiz Gonzaga)Mostra comemora centenário de Luiz Gonzaga
(Foto: Reprodução/Acervo Memorial Luiz Gonzaga)
Depois de um circuito pelo Sertão pernambucano, durante o segundo semestre de 2011, a exposição "Lua Gonzaga" retorna ao Recife. Organizada pelo Memorial Luiz Gonzaga, a mostra será inaugurada na próxima segunda-feira (5), às 8h30, no Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, localizado na Rua Real da Torre, 299, no bairro da Madalena.

A exposição traz textos e imagens sobre a vida e a trajetória do Rei do Baião e faz parte da comemoração pelo centenário do artista, realizada pela Prefeitura do Recife. Ela ficará em cartaz durante todo o mês de março. A entrada é gratuita.

Representante da música popular nordestina, Luiz Gonzaga introduziu no cenário nacional os ritmos genuínos, como toadas, xotes, xamegos, baiões, xaxados, marchinhas e emboladas. Ajudou também a moldar a identidade nordestina no imaginário do Brasil, imprimindo ao acordeon das valsas e tangos, a partir da década de 40 do século XX, uma nova musicalidade. Gonzagão, como era carinhosamente chamado, completaria cem anos de idade no dia 13 de dezembro.

domingo, 4 de março de 2012

[Veja] Chover Canivete - Aviões do Forró e Ivete Sangalo



[Leia] Festejos para Gonzagão pelo Interior do Estado,mais no Blog Sertão9


As festas em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga não vão esquentar apenas a sua cidade natal, Exu. Isso porque o secretário de cultura do município, Bibi Saraiva, está articulando um grande projeto para a celebração da data, durante todo o mês de dezembro. A primeira ação é integrar as homenagens às outras nove cidades da região do Araripe: Bodocó, Moreilândia, Granito, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena, Trindade, Ipubi e Araripina.  Além disso, Saraiva adianta que, dentro da programação dos festejos, haverá o 1º Seminário Internacional sobre a vida e obra de Gonzagão. “Internacional porque teremos pesquisadores de vários países, como Itália e Estados Unidos, nos debates”, garante o secretário.
Festejos acontecerão em dez cidades do Sertão pernambucano (Foto: Reprodução)

Ainda como parte dos 100 anos do Rei do Baião, a secretaria de cultura do Exu vai promover o “Canta Gonzagão Festival de Música”. No evento, poderão se inscrever músicos de todo o Brasil que queiram concorrer às cinco melhores composições de Baião. A premiação será em dinheiro e através da entrega dos troféus (confeccionado de madeira pelo artesão exuense De Pajeú) Luiz Gonzaga, Gonzaguinha, Chiquinha Gonzaga (este só para as mulheres), Severino Januário, Zé Gonzaga e Seu Januário.
Em tempo, Bibi Saraiva aguarda as convocações de audiências com o governador Eduardo Campos, assim como com a ministra da cultura, Ana Holanda, em Brasília, para acertar os subsídios que serão destinados às festividades.

sábado, 3 de março de 2012

[Leia] Quinteto Violado: Um imaginário nordestino no Blog Sertão9



   
Os 40 anos do Quinteto Violado estão em cartaz na exposição Um Imaginário Nordestino, que circula por cinco capitais brasileiras entre os meses de janeiro e abril. Após a temporada de sucesso no Rio de Janeiro e em Curitiba, o projeto chega agora em Brasília no Espaço Brasil 21 Cultural. A visitação começa a partir de 01 de março e vai até o dia 11. Já a série de quatro concertos acontece entre os dias 08 e 11 de março.


Fotografias, imagens em audiovisual, entrevistas, testemunhos, um vasto material foi reunido para contar e relembrar a trajetória do grupo por meio de projeções, estações multimídias e outras plataformas. Entre as imagens recuperadas em arquivos, destaque-se um dos encontros do Quinteto com Luiz Gonzaga. “A sustança, o tutano do corredor do boi. A vitamina, a proteína. Padim Cícero, Frei Damião. Ascenso Ferreira, Lampião, Cego Aderaldo, Nelson Ferreira, Zé Dantas. Tudo isso é o Quinteto Violado”, diz Gonzagão, antes de entoar Boiadeiro, acompanhado pelo grupo, em gravação do início da década de 1980 para a TV Cultura, de São Paulo.


Em um dos ambientes criados, uma linha do tempo convidará os visitantes a uma viagem por 40 anos de produção artística, com textos e imagens dos álbuns lançados e dos espetáculos montados. Na parede oposta, uma jukebox com os cerca de 50 títulos da discografia, entre álbuns, coletâneas e participações, dará aos visitantes/ouvintes a chance de criar sua trilha sonora.



Nos depoimentos colhidos para a plataforma multimídia da exposição, o cantor e compositor Lenine ressalta a importância do grupo no contexto contemporâneo. “O Quinteto Violado é pai de muitos criadores, que viram no trabalho deles uma poderosa afirmação da música nordestina, como uma expressão extremamente popular, mas extremamente refinada”, diz Lenine. “Durante muito tempo a música nordestina ficou associada apenas a um tipo de estética roots, sem muito refinamento. Eles surgiram para provar o contrário. O Quinteto faz parte do meu DNA, faz parte da minha genética e da minha formação”, completa.

[VEJA] O RECADO DO GONZAGÃO, O CANTOR DO POVO




sexta-feira, 2 de março de 2012

[Leia] Homenagear o centenário do eterno “Rei do baião” é a nova responsabilidade da banda Falamansa


A banda completa 14 anos em 2012 e buscou no fundo do baú, gravações de Luiz Gonzaga ainda muito pouco divulgadas, mas com enorme riqueza musical e temática como, ”Indiferente” (Severino Ramos-Luiz Guimarães), “Xote ecológico” (Luiz Gonzaga-Agnaldo Batista), “O fole roncou” (Nelson Valença-Luiz Gonzaga),“Alegria pé de serra” (Dominguinhos-Anastácia), unidas aos grandes sucessos já consagrados na voz do rei como“Sabiá” (Luiz Gonzaga-Zé Dantas), “Súplica Cearense" (Gordurinha-Nelinho), “Pense n’eu” (Gonzaga Júnior), “Qui nem giló” (Humberto Teixeira-Luiz Gonzaga), essa última com participação especial dos “Meninos do Morumbi”, um projeto social de crianças que já tem uma história de ligação com a banda Falamansa desde 2007. 



O disco conta ainda com as participações de Elba Ramalho numa releitura de “Sanfoninha choradeira” (Luiz Gonzaga-João Silva), que ela mesmo havia gravado com o rei na década de 80.

O inigualável Dominguinhos, um dos grandes responsáveis pela continuidade da história musical de Luiz Gonzaga, marca sua presença na animada “Nem se despediu de mim” (Luiz Gonzaga-João Silva) e Jorge du Peixe, vocalista do Nação Zumbi, solta a voz no “pout pourri” de forró e maracatu ”Erva Rasteira/A Festa“(Gonzaga Júnior). 

O lado tradicionalista do disco fica por conta do Trio Nordestino cantando o baião “Amei a toa” (João Silva-Joquinha Gonzaga), e o carismático Trio Virgulino no xote “Bom? Pra uns” (Onildo Almeida-Juarez Santiago). 

Completam as participações do disco, o grande compositor e músico Miltinho Edilberto e a talentosíssimaJanaína Pereira da banda Bicho de pé, cantando “Serena no mar” (Sivuca-Glorinha Gadelha). 

Somam-se ao disco, “A hora do Adeus” (Luiz Gonzaga), onde a banda faz um “dueto digital” com Luiz Gonzaga e“As sanfonas do rei” (Tato), composição inédita para homenagear o mestre no melhor estilo Falamansa

O projeto, que será lançado em CD e vinil, é uma síntese das diferentes fases do sanfoneiro e principalmente uma ênfase na sua busca de propagar o bem através da música, ora falando das necessidades do povo nordestino, ora exaltando a alegria o amor e a fé, características que acabaram sendo fundamentais para influenciar a Falamansa e tantos outros músicos brasileiros de diversos estilos. 

A banda leva o show “As sanfonas do rei” para o Brasil inteiro unindo seu vasto repertório de sucessos como“Rindo a toa” (Tato), “Xote dos milagres” (Tato), “Xote da alegria” (Tato), entre outras, ao repertório do rei com mais um cenário inovador, todo feito com material reaproveitado, como já é de costume em sua busca para ser cada vez mais uma empresa sustentável, desta vez recriando cenas cantadas nas músicas do rei como uma casa de reboco feita de sobra de tecidos e mandacarus feitos de garrafas “pet” fazendo assim a união perfeita entre cultura e sustentabilidade. Os figurinos também serão especialmente criados para a turnê.

Sem dúvida nenhuma, o melhor presente que o rei do baião poderia receber: A certeza de que seu reinado ainda é soberano e que a cultura popular que ele tanto ajudou a construir, continua viva na alma dos jovens brasileiros. 

Confira o vídeo do Teaser das gravações do álbum "As Sanfonas do Rei" 

[Leia] Museu do Barro abriga exposição de arte de Lammeck



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Está em cartaz até o dia 31 de março a exposição “A Imortalidade do Ser” do artista plástico caruaruense Lammeck Cunha. Com 47 anos de carreira, ele junta em uma só exposição, 180 peças entre pintura, escultura, fotografia e instalações que retratam, segundo ele, a evolução da espécie no século 20, com personagens que marcaram a história, agregados a imagens que mostram a concepção dele em relação a fatos históricos e revoluções culturais, científicas e comportamentos da sociedade.
A mostra está por todos os lados do Museu do Barro Espaço Zé Caboclo, ocupando a área da Sala de Exposições Temporárias, o Cine Cultural e a Pinacoteca. São pinturas, esculturas, fotografias, instalações e objetos.
A curadoria é da diretoria dos museus de Caruaru, a artista plástica Regina Lúcia. “Lammeck tem uma forma diferente de trabalhar. Ele consegue juntar todos os suportes técnicos e fazer uma arte simples aos olhos de apreciadores da arte contemporânea”. 
Na pintura, Lammeck utiliza tintas plásticas acrílicas, pigmentos naturais e industrializados e até terra. A ousadia continua quando se trata de esculturas, de seus desenhos e fotografias. Como se não bastasse, o artista se mostra completo acrescentando a sua arte as instalações.
A exposição pode ser apreciada no Museu do Barro e do Forró, localizado no Parque de Eventos Luiz “Lua” Gonzaga, de terça a sábado, das 9h às 17h. E todas as peças do artista estão disponíveis para comercialização.

quinta-feira, 1 de março de 2012

[Leia] Ingressos de vaquejada em Campina Grande já estão à venda




Aviões do Forró (Foto: Divulgação)
Aviões do Forró é uma das sete atrações musicais
da vaquejada  (Foto: Divulgação)
Os ingressos para VXIII Vaquejada Parque Ivandro Cunha Lima já estão à venda em Campina Grande a partir desta quarta-feira (29). A vaquejada acontece de 9 a 11 de março e conta com oito atrações musicais. 
Os shows começam às 21h do sábado (10), com as bandas Arreio de Ouro, Aviões do Forró, Calypso e o cantor Dorgival Dantas. Já no domingo (11), o público vai poder assistir às apresentações das bandas Forró da Curtição, Garota Safada, Solteirões do Forró e o cantor Léo Magalhães.
De acordo com a organização do evento, os ingressos antecipados podem ser encontrados apenas em Campina Grande, mas em breve serão abertos pontos de venda em João Pessoa.
Serviço
VXIII Vaquejada Parque Ivandro Cunha Lima
1° lote: R$ 25 (pista) e R$ 50 (camarote)
Pontos de venda em Campina Grande: Le Ju Biju Bijouterias na Rua Venâncio Neiva no Centro e Farmácias Dias localizadas na Catedral, Praça da Bandeira e Integração
Mais informações pelo telefone (83) 3339-8860